quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Palestra sobre Jornalismo Moderno

A terceira edição da Feira de Profissões da escola Monsenhor Hamilton José Bianchi contou com ex-alunos como palestrantes - e eu fui um deles. O convite veio da minha eterna professora de português, Valéria Lopes, que me acolheu tão bem durante o ensino fundamental e continua sendo um doce de pessoa, sempre amável e maternal.

Florzinha para ficar de lembrança e cartinha fofa da direção <3
Em meu discurso, falei um pouco sobre o curso de Comunicação Social, como é estar na faculdade e espero cumprido a minha proposta de apresentar o Jornalismo Moderno. Preparei uma apresentação no Prezi (disponível aqui), mas senti falta de ter levado mais material de apoio/conteúdo multimídia para a minha apresentação. Na próxima, vídeos, imagens e fotografias não vão faltar, já tomei nota!

Apresentação criada no Prezi! :D
Fui muito bem recepcionada pelos alunos do terceiro ano. Confesso que esperava uma turma mais mista, mas apesar da maioria ser homens, isto não foi um problema, pois tratavam-se de homens bastante maduros e atenciosos, já bem encaminhados para o mercado de trabalho. Alguns mais brincalhões, outros mais tímidos, mas no todo foram bem participativos, corresponderam bem à minha proposta. Das meninas, uma se destacou pela sua curiosidade aguçada, o que foi ótimo para a dinâmica da palestra. Também percebi que minha sala tinha menos alunos que as outras, e bastante alunos inscritos faltaram, todavia os que foram prestaram atenção e tiraram proveito do conteúdo (assim espero).

Minha thurma cheia de meninos, hahaha
Ver-me de volta naquela escola, onde passei três longos anos da minha vida acadêmica, bateu um pouquinho de saudade da adolescência, com todas as minhas imperfeições. Nunca imaginei que voltaria naquele ambiente sem a minha temida timidez. Também reconheci alguns rostos da minha infância, garotos que brincavam comigo dentro dos nossos 4 anos de diferença na faixa etária: eu terminando a faculdade e eles concluindo o ensino médio.

Adorei o convite, a experiência e acredito que foi recíproco! Segundo meu namorido, já estou pronta para dar aulas (apesar de ter ficado parada no mesmo canto da sala durante a palestra toda, hahaha).

Fotinha com todo mundo para encerrar. xD

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Guerra às Mídias Sociais

Criei meu blog em 2009 (este mesmo), aos 14 anos, cerca de dois anos depois de eu aprender a usar um computador e descobrir o universo das redes sociais. Comecei com um perfil no Orkut, MSN e um blog no Tumblr. Apesar dos escândalos por trás dos nicknames fakes, acredito que o cyberbullyng não era tão enraizado como é hoje. Hoje as pessoas dizem o que pensam e mostram a cara, sem temer as consequências.


A palestra que assisti sobre cyberpsicologia tratou muito disto (veja aqui). E nós que estudamos jornalismo estamos sempre debatendo sobre a questão de produzir conteúdo humanizado, pensando em como isto vai afetar o público. Mas o que mais tem na internet são conteudistas sem este senso crítico, formadores de opinião causando tumultos nas redes sociais apenas para gerar engajamento. Enquanto atuava cuidando das contas de terceiros, a regra era: falem bem ou falem mal, o importante é ver as estatísticas crescerem.

Tem uma frase no filme "No Filter" que resume tudo: tudo o que os clientes querem são likes, é com isso que eles se importam, em como a empresa transparece nas mídias sociais, independente do que realmente acontece no dia a dia. No filme, que eu já comentei aqui, a protagonista atua como supervisora de marketing digital numa agência de publicidade e está à beira de um colapso nervoso.

Também assisti uma série nesta semana, "Haters Back Off", que apesar de ser de humor, traz um fundinho de realidade que nos toca (pelo menos eu). A protagonista, Miranda Sings, é uma personagem criada pela youtuber Colleen Ballinger, que, a meu ver, consiste numa crítica social sobre até onde os criators são capazes de ir para ganharem visibilidade.

E, por fim, 2 episódios da terceira temporada da antologia Black Mirror sintetiza o que está acontecendo em nosso mundo moderno. Sim, já está acontecendo, e não é de agora: adolescentes cometendo suicídio devido ao bullyng nas redes sociais, sociedades se movimentando para afetar aqueles que supostamente estão no poder, vítimas serem perseguidas devido a um mal-entendido.

Sinto que presenciei isso através de um concurso de fotos com mães neuróticas que, sinceramente, não tem mais o que fazer da vida para levar um simples concurso a um nível tão pessoal, a ponto de tentar prejudicar a agência e a loja organizadora. Foi uma loucura e nunca tinha acontecido nada igual em mais de 10 anos de campanha.


Nosedive



Em um mundo dominado por avaliações on-line sobre cada pessoa, uma mulher desesperada para ser notada nas mídias sociais acha que tirou a sorte grande ao ser convidada para um casamento luxuoso com pessoas do mais alto escalão, mas nem tudo sai como planejado.

A princípio, achei a ambientação tão fofinha, um mundo futurista, mas envolto de cores candy, onde todas as pessoas são educadas umas com as outras. Mas depois você percebe que isso é uma paranoia total. As pessoas são avaliadas o tempo todo, por tudo o que fazem, de 1 a 5, e o seu status social interfere diretamente na sua qualidade de vida. Pessoas com média acima de 3 são consideradas normais e pessoas com médias acima de 4,5 são consideradas influenciadoras e obtém êxito em tudo o que fazem: desde conseguir um emprego até fazer uma compra. Os "psicanalistas" atuam justamente para te orientar a subir de status, analisando as estatísticas o tempo todo.


Hated in the Nation



Após uma tragédia nas mídias sociais, uma detetive e sua assistente especializada em tecnologia fazem uma descoberta assustadora.
Este vai um pouco mais a fundo no que chamamos de "haters". Enquanto o episódio citado anteriormente trata da ética mascarada nas redes sociais, neste episódio vemos exatamente o contrário: em como a sociedade atua no cyberbullyng. Pois "hater" são se refere somente a um caso pessoal, a partir do momento que você difama uma pessoa, ataca uma pessoa, seja ela uma pessoa pública ou não, você é um hater. [SPOILER] No episódio, um hacker cria um game nas redes sociais lançando a hashtag #MorteA. A ideia é que as pessoas postem a hashtag com a foto da pessoa que odeiam naquele momento, e a pessoa mais citada é eliminada. Todavia, o principal alvo do hacker não são as pessoas públicas, mas sim os haters.
P.S. Curiosamente, a primeira vítima dos haters é uma jornalista.

Hashtags, haters, status social, avaliações: tudo isso já faz parte do nosso universo. Não que seja uma coisa ruim, mas quando priorizamos essas métricas nos esquecemos de viver, nos sentimentos oprimidos e passamos a ter receio de nos expressarmos - independente de qual lado você esteja: seja criando conteúdo - como um influenciador, compartilhando conteúdo (que também faz de você um agente influenciador) ou absorvendo conteúdo.

sábado, 22 de outubro de 2016

A mente é o filtro da alma

Estrelado por Paz Bascuñán, "Sem Filtro" é uma dramédia que trata da importância de buscarmos um equilíbrio emocional para termos mais qualidade de vida. O filme pode ser dividido em duas partes: na primeira, a protagonista Pía está à beira de um colapso nervoso - seu chefe a humilha, seu marido a ignora, seu enteado não a respeita e sua melhor amiga não lhe ouve, entre outros conflitos que tantos de nós enfrentam no dia a dia, como o mal humor do trânsito, vizinhos sem-noção e a burocracia para resolver problemas técnicos simples com operadores, por exemplo. Na segunda parte, depois de mais uma consulta em vão com o psicanalista e enfim submetendo-se a um tratamento de acupuntura, Pía descobre que sua ansiedade era fruto dos seus sentimentos reprimidos, então ela escancara suas emoções, dizendo tudo o que pensa a todos.

O filme termina um pouco clichê, acredito que faltou uma última parte: onde ela deveria encontrar o equilíbrio emocional. De resto, adorei a produção e me identifiquei muito com a trama. Pía trabalha com marketing digital em uma agência de publicidade, então o filme trata o tempo todo das redes sociais e do mercado de trabalho na área de comunicação e, sinceramente, só vi verdades. Tem um momento em que ela sofre uma crise de ansiedade, se prende em sua sala e, mesmo tomando seus calmantes, sente dificuldade para respirar. Isso me lembrou uma colega de trabalho que tomava calmantes, outra que confessou se trancar no banheiro para chorar e o que me levou a pedir demissão em meu último dia de trabalho no meu último estágio.

Supervisora de marketing digital numa agência de publicidade, Pía está à beira de um colapso nervoso.
Eu estava sob um nível de tensão e me esforçando tanto para parecer bem que o corpo não aguentou. Senti que minha pressão estava caindo, pois as mãos ficaram trêmulas, começou a me dar tontura e calafrios. Levantei para beber água, coloquei sal embaixo da língua, mas a sensação era de que o ar estava faltando. Tentei inspirar profundamente para controlar os batimentos cardíacos, aí não aguentei e comecei a chorar, pois senti um temor horrível de que iria desmaiar há qualquer momento.

Não foi a primeira vez que me senti assim, mas acredito que desta vez foi muito mais intenso. Não temos a liberdade de falar tudo o que nos vem a mente, pois isso nos prejudicaria muito, mas temos a opção de não aturar o que está nos fazendo mal, de nos afastar das pessoas que transmitem energia ruim, de não voltar a um lugar carregado de remorsos. A pior coisa que tem é sentir o desprezo de pessoas das quais você gosta - ou gostou um dia. Dói demais!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Workshop de Mídias Sociais para Aspirantes à Blogueiros

Para quem não sabe, o meu namorido é servidor público na Biblioteca Municipal de Jundiaí Professor Nelson Foot (sim, foi lá que a gente se conheceu) e recentemente a bibliotecária Michele aderiu ao projeto social Recode de empoderamento digital, cuja proposta é formar jovens autônomos, conscientes e conectados, aptos a reprogramar o sistema em que estão inseridos através do uso da tecnologia, e me convidou para ministrar um workshop como voluntária.

Com duração de 2 horas, meu workshop de mídias sociais para aspirantes à blogueiros aconteceu no último sábado, dia 15, e contou com 6 participantes, um público misto com jovens e adultos em diferentes áreas de atuação, dentre eles, uma aspirante à jornalista, um jornalismo interessado em atualizar-se, uma aspirante à fotógrafa e um programador, além de um casal de amigos.

projeto recode
Participantes do workshop assistindo o vídeo da Gisa sobre o uso das hashtags, publicado no canal InMovimente. Alguns deles também receberam meu livro de cortesia o/
Meu intuito era o de apresentar as redes sociais como uma ferramenta de trabalho com enfoque na profissão de blogueiro. Para isso, apresentei diferentes conteúdos como materiais de apoio, interagimos com o Google, YouTube, Facebook, Instagram, Twitter e, na parte prática, simulamos uma postagem no Word e ensinei como criar um cronograma no Excel e uma apresentação de cronograma no PowerPoint.

Foi a primeira vez que ministrei um workshop e adorei a experiência. Esperava ficar mais nervosa ou tímida, mas acabou que me senti super segura conduzindo as atividades. O pessoal ficou bastante interessado em aprender mais, e tenho certeza que atingi meu principal objetivo: o de despertar mentes críticas para a produção e compartilhamento de conteúdo na internet.

sábado, 15 de outubro de 2016

Sorvete, Netflix e Mais Alguma coisa

Assim se resume a minha primeira semana de "folga" (entre aspas sim, porque trabalho é o que não me falta). Fiquei esperando a depressão vir, juro, estava pronta para recebê-la, mas, estranhamente, eu estava bem. Ok, sofri um pouquinho com ansiedade, mas nada que um chocotone trufado com sorvete de creme não resolvesse. Além das séries que estão em alta e dos lançamentos da Netflix, tem três filmes em especial que adorei assistir, por se enquadrarem naquele estilo de romance com o qual me identifico (podem me chamar de brega, não ligo :P). São eles:


Requisitos Para Ser uma Pessoa Normal (2015)

Maria tem 30 anos, é uma pessoa peculiar e tem um objetivo: se tornar uma pessoa normal. Mas antes de tudo ela deve descobrir o que é exatamente isso. Que tipo de pessoa que ela é? Ela é uma pessoa normal? O que exatamente isso significa? Essa questão é mais profunda em sua mente. Depois que ela lista todos os requisitos, ela se propõe alcançá-los.
Ah, esse filme é tão fofinho, e apesar de toda a estética vintage, bate de frente com o que falei no post anterior: o que você precisar ser/ter/fazer para se encaixar na sociedade de acordo com o pensamento popular. Eis a listinha da Maria:

(imagem via)
Ao final, ela chega à conclusão de que não precisamos nos encaixar na sociedade para ser felizes, pois o caminho para a auto-realização tem a ver com as suas próprias metas e desejos. Então, ela cria uma nova listinha.


Curiosidade: o filme foi escrito, dirigido e protagonizado por Leticia Dolera.

D.U.F.F.: Você Conhece, Tem ou É (2015)

Bianca é uma garota feliz do colégio, que só tira boas notas e pode contar sempre com suas duas melhores amigas, Casey e Jessica. Até descobrir que na escola ela é considerada a D.U.F.F. das suas amigas, o mundo colorido de Bianca vira de cabeça para baixo.
Sabe aqueles filmes teen de sessão da tarde baseado no estilo de vida americano com uma fórmula pronta? Eu diria que este filme se enquadra nesta categoria. Todavia, gostei bastante da caracterização dos personagens. A protagonista, Bianca, não é muito ligada em moda, é baixinha e um pouco acima do peso, tem uma mãe moderninha e é apaixonada por um músico babaca. Seu amigo de infância é um bolsista inseguro, lidando com a separação dos pais, tentando ir para a faculdade, que namora uma garota pouco madura e egocêntrica. As melhores amigas da Bianca são um amores: as duas são lindas de acordo com o padrão de beleza predominante, mas uma delas é ligada em moda e vida sustentável enquanto a outra gosta de tecnologia e entende bastante de informática - ou seja, elas não simplesmente bonitas e fúteis. Os professores também são muito caricatos. Resumidamente, o filme me lembrou um livro que eu li em 2014, Adorkable. Acho que a Bianca atende os requisitos para ser uma dork!


Questão de Tempo (2013)


Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom ao ver que seu pai não está mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.
No começo achei que este filme seria mais um daqueles clichês sobre viagens no tempo, mas apesar da trama descomplicada, fiquei apaixonada pelo contexto. Um pouco por causa da atriz, Rachel McAdams, adoro filmes com ela. Também adorei a personagem interpretada por Clemmie, irmã do protagonista. E o melhor, sem dúvida, são as referências, como o pôster da Amelie Poulain que aparece logo no começo do filme, ou a trilha sonora, incluindo Amy Winehouse. Para quem gosta de um bom romance, recomendo. <3


domingo, 9 de outubro de 2016

Demito-me

Já percebi que as pessoas não encaram muito bem essa coisa de pedir demissão, independente das circunstâncias. E, se você não está trabalhando de carteira assinada, você obrigatoriamente deve estar procurando um emprego (!).

Em 2015 eu estava precisando muito de um emprego, pois além da faculdade, estava fazendo curso de inglês e tirando habilitação para dirigir, ou seja, estava tendo gastos demais para ficar sem uma renda fixa. Tanto que, em janeiro deste ano, decidi que se não conseguisse um emprego iria trancar a faculdade e me mudar para Minas. Mas a vida sempre nos surpreende, não é mesmo? Além de conseguir uma oportunidade de estágio na minha área, eu e meu namorado decidimos morar juntos. Mais do que meu amor, ele é meu grande amigo, uma pessoa com quem eu sempre posso contar. Durante todos esses meses, cuidou da casa, do gato e de mim. Ainda não entendo porque ele ficou tão inconformado quando lhe enviei uma mensagem de texto dizendo que iria pedir demissão. Nossas prioridades mudam, mas o pensamento popular é que, independente de qualquer coisa, você deve permanecer no seu emprego.

Não foi a primeira vez e com certeza não será a última que pedi demissão. Assim como um funcionário deve estar preparado para ser mandado embora a qualquer momento, uma empresa também deve saber lidar com a saída inesperada de um funcionário, principalmente quando se trata de um estagiário que não precisa cumprir aviso prévio.

A primeira que vez que pedi demissão eu estava trabalhando numa lanchonete. A princípio, trabalhava aos domingos e feriados apenas. Depois, estava trabalhando aos sábados e em dias da semana também. Eu ainda estava no ensino médio e aquela rotina estava acabando comigo. Então, pedi demissão. Minha chefe ficou muito magoada e chegou a me dizer "é isso que os jovens fazem quando lhe damos uma oportunidade". Assim que terminei o ensino médio, consegui o emprego dos sonhos: trabalhava com rotina administrativa no escritório de uma indústria de cosméticos. Mas, seis meses depois, por uma série de motivos que não cabe justificar aqui, pedi demissão.

Também fui demitida, e a gente nunca espera ser demitida, a menos que façamos coisas propositalmente que levem a isso. Fui dispensada de um freela numa associação comercial porque pedi um contrato de prestação de serviços. Na época, eu tinha agendado uma microcirurgia para extração do dente do siso, que não aconteceu até hoje. Minha segunda demissão foi do meu primeiro estágio em comunicação, fiquei triste demais. Trabalhar na Projecto foi uma das melhores experiências que tive, sem dúvidas. E o mesmo posso dizer da Agência Carvalho. Doeu demais pedir as contas, mas era necessário, por mais que minha família tão tenha aceitado muito bem.

Com as contas em dia e eliminado os problemas de acesso à internet e locomoção que eu estava tendo quando morava com minha mãe, finalmente me vi disposta a dar início a outros projetos, como por exemplo, o meu trabalho de conclusão de curso. Além disso, por mais que me neguei a ministrar aulas e recusei diversos convites para eventos, a vida de bailarina não me abandona. Às vezes as pessoas esquecem que você tem uma vida pessoal fora do trabalho. Em resumo, não existe o momento ideal para sair de um emprego, e sempre será um parto doloroso. Todavia, acredito que quando nossa qualidade de vida não está satisfatória, precisamos reorganizar nossas prioridades e fazer escolhas. Às vezes, um corte é necessário.


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