terça-feira, 29 de março de 2016

Como se automedicar


ATENÇÃO! Não repita este procedimento em casa, há menos que apresente tendências suicidas e anseie por efeitos colaterais.


Há quem não acredite em doenças emocionais, mas eu não estou entre essas pessoas. Quando estou triste, fico mal de verdade e não há medicamento ou tratamento que resolva.

Semana passada, no domingo, fui atingida por uma forte dor de cabeça, então tomei um analgésico. Depois, a noite, tomei um chá de camomila para dormir melhor. Suspeitando do início de um resfriado, também me precavi com algumas laranjas.

Mas eis que acordo numa bela manhã sentindo uma lixa na garganta, então tomei algumas colheradas de mel com própolis. Uma série de acessos de tosse foram desencadeados, ao ponto de eu ser presenteada com um spray para a garganta por um colega de trabalho.

Na sexta fui a casa da minha mãe e tomei um antibiótico do meu irmão. Enfim comprei três cartelas de anti-inflamatório e passei todo o final de semana sem voz. Ontem, sentindo-me um pouco melhor, resolvi praticar Yoga, mas cai em febre logo em seguida e precisei tomar um antitérmico, que agiu também como sonífero, me derrubando até a manhã de hoje.

Acho melhor interromper todos os medicamentos antes que eu tenha um treco.


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