domingo, 6 de março de 2016

#Assisti Documentários

Agora com Netflix em casa dá para colocar em dia os filmes e séries que sempre quis assistir. Todavia, isso pode levar um tempo, considerando que trabalho e estudo o tempo todo. De qualquer forma, na última semana assisti 3 documentários muito bons!

Walt Before Mickey (2015)

Ainda criança, Walt Disney tinha por hábito desenhar os animais da fazenda onde morava. Ao crescer, ele decidiu tentar a sorte como animador na cidade grande. Decidido a ter uma empresa própria, que lhe permitisse trabalhar no que gostasse, ele enfrenta diversos obstáculos até ter a grande ideia de sua vida: um pequeno rato chamado Mickey Mouse.

Este drama biográfico de Walt Disney nos mostra todos os empecilhos e apuros que o empreendedor passou até a criação de Mickey Mouse, personagem que acarretou seu sucesso no ramo de animação. Incrível como ele não desistiu!

Katy Perry: Part of Me (2012)

O filme 3D "Katy Perry: Part of Me" é um passaporte para os bastidores, um lugar na primeira fila, um olhar í­ntimo do diário honesto, louco, divertido, glamouroso, inspirador, mágico e apaixonado de Katy Perry. Em um documentário voltado aos fãs, a cantora vem para mostrar sua paixão pela música como uma parte dela.
Ouvi muito Kary Perry durante a minha adolescência, entre outros astros pops, e conhecer um pouco da sua história fez muita diferença na visão que eu tinha da cantora. Apesar dos contratempos familiares e a desilusão amorosa que sofreu, a Katy tem uma fé muito grande e tenho certeza que isso a fortaleceu. Todo o sucesso é merecido!

Amy (2015)

Quatro anos após uma morte prematura, a cantora britânica Amy Winehouse ganha um documentário completo revisitando os momentos mais marcantes de sua carreira. O filme foi produzido por James Gay-Rees com direção assinada por Asif Kapadia, ambos responsáveis pelo lançamento de Senna.
Depois de assistir a história feliz de Katy Perry, cuja jornada continua, foi muito deprimente ver a da Amy, uma garota tão talentosa, destinada ao sucesso, que desmoronou. Não culpo as drogas, a família, a imprensa ou os relacionamentos amorosos; a Amy já era uma garota problemática desde antes, um tanto carente de amor e atenção. Não existe exatamente uma causa para a depressão, ela vem como um combo que, quando não tratada, leva a problemas maiores, como a bulimia, o alcoolismo e a dependência química, que foi o que houve com a Amy.

Quando terminei de assistir o documentário, voltei para o início e assisti os primeiros quarenta minutos, pois prefiro me lembrar dela assim: na primeira fase da sua carreira, tocando seu violão, se divertindo com os amigos, comprando o primeiro apartamento, enfim! Uma garota normal, sem exageros.

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