segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Um cantinho pra chamar de meu

Comprar ou Alugar?


Para um jovem de classe média comprar uma casa em São Paulo é praticamente impossível, já que as condições que o Brasil oferece não são nada favoráveis, mesmo contando com empréstimo consignado, financiamento pela Caixa, entre outros. Para começar, o ideal é ter pelo menos 30% do valor total do imóvel como entrada na compra do mesmo.

É por essas e outras razões que eu e meu namorado optamos pelo aluguel. Pode parecer que estamos jogando dinheiro fora, como muitas pessoas pensam, mas vejo como um primeiro passo para aprendermos a conviver um com o outro e administrarmos uma casa antes de abrir uma poupança conjunta para darmos entrada no nosso próprio imóvel futuramente, quando estivermos preparados para aumentar a família.

Os gastos que se tem com uma casa é bem diferente com os gastos que se tem com um apartamento, e não há como decidir qual o melhor, isso varia de pessoa para pessoa, cabe à você decidir em qual se adapta melhor para viver.







Casa ou Apartamento?


Durante um período, procuramos uma boa casa que não fosse nos fundos, nem sobrado, que tivesse um quarto e uma vaga de garagem. Foi quase impossível encontrar uma assim, mas não posso dizer que não encontramos. Encontramos, mais de uma vez, e deixamos passar a oportunidade.

Por fim, optamos por alugar um apartamento. Existe uma grande variedade de tipos além dos convencionais (prédios em grandes centros, com elevador, sacada, condomínio com tudo que se tem direito!). Uma coisa que notei em minha busca é que nem sempre os gastos com condomínio valem a pena (principalmente quando não se tem muito do que usufruir).

Fiquei apaixonada por um cuja localização era perfeita, com posto de gasolina, terminal de ônibus, supermercado e uma variedade de lojas próximas. Mas as condições do imóvel e do condomínio deixaram a desejar, ambos estavam precisando de reforma e manutenção. Também encontramos o apartamento dos sonhos, cujo valor não coube no bolso (que pena!).

Mas então veio a oportunidade de morar em apartamento em blocos. Prédios de no máximo 4 andares, sem elevador. De início, fiquei abismada, pensando naqueles conjuntos residenciais horrorosos. Mas o que achamos é uma gracinha, para começar tem apenas dois blocos, de três andares, com dois apartamentos em cada andar, o que significa que não temos vizinhos conjugados (ufa!). Além disso, temos uma pequena área externa que dará um lindo jardim. Outro fator importante é que o prédio é novo, então não teremos dores de cabeça com a parte elétrica e hidráulica do imóvel (isso é importante!).

Só a vaga para carro que deixou um pouco a desejar. O estacionamento é pequeno e funciona como um estacionamento público: não há vagas marcadas. O lado bom é que não temos custos com garagem, então quando eu comprar meu carro isso não será um problema. O lado ruim é que a vaga é de quem chegar primeiro! (Já pensou eu e meu namorado competindo uma vaga?).

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