quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Casando as 20

Em tempos modernos, casamento ficou em segundo plano, adormecido no sonho das garotas (e garotos). Isto porque quem mora na cidade (especificamente em São Paulo) acaba dando prioridade aos estudos ou aos bens materiais, como a compra do primeiro carro ou o financiamento do primeiro apartamento.

E comigo não é diferente. Apesar de muitas das minhas amigas estarem casadas (e algumas delas até já são mães!), quando eu e meu namorado falamos de morar juntos pela primeira vez, deixei claro que queria terminar a faculdade primeiro e comprar meu carro. Todavia, acontece que eu posso fazer essas coisas mesmo estando levando uma vida a dois.

A diferença de idade nos privilegiou: ele já terminou sua faculdade e suas especializações e quitou seu carro, por isso as despesas com o imóvel ficarão por sua conta. E é aí que entra a motivação pro casamento de papel passado: para que cada um retenha seus direitos legais, evitando assim futuras dores de cabeça, caso venhamos a nos separar.

Pode parecer horrível falar de casamento pensando no divórcio, mas nos dias de hoje precaução nunca é demais. Antes eu nem cogitava me casar, para começo de conversa. O que me fez mudar de ideia – e de visão – sobre o assunto foi a leitura do livro “Meninas normais casam... Meninas iradas investem na relação” de Mara Luquet e Andrea Assef, jornalistas especializadas em finanças pessoais.



"Meninas normais casam... Meninas iradas investem na relação" - Mara Luquet e Andrea Assef
Sendo assim, o casamento civil é apenas uma formalidade. Já a cerimônia religiosa é um luxo que não cabe no nosso orçamento no momento (quem sabe futuramente!), então não esperem que eu fale muito sobre isso. (Se você alimenta o sonho de uma tradicional festa de casamento, saiba que isso exige planejamento e custos que podem comprometer o orçamento do casal, e ninguém merece entrar numa dívida conjunta logo ao se casar).

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