sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Mamães e Redes Sociais

Enfim, arrumei um novo emprego: sou estagiária de Mídias Sociais na Agência Carvalho. Basicamente, minha função é auxiliar uma analista na gestão das mídias de uma grande marca. Em outras palavras, eu respondo comentários. Minha supervisora é um amor de pessoa e tem um coração enorme. Eficiente, prestativa e multitarefa. O que é um alívio, pois se eu tivesse que trabalhar com uma pessoa chata, mandona e com mania de grandeza não ia durar muito lá. A marca à qual prestamos assistência exige muito da agência, mesmo terceirizando alguns serviços e a empresa do cliente tendo um departamento de marketing.

Sinceramente, apesar de estudar Jornalismo, me identifico muito com agências deste tipo, pela infraestrutura, pelo show de criatividade e pela rotina de trabalho. Não conheci muitas redações de jornal, mas as poucas que conheci foram aterrorizantes. Também consigo me ver trabalhando com comunicação organizacional, é uma área que me atrai bastante. Por enquanto, estou vislumbrada com o universo das redes sociais, até cogito fazer uma especialização na área. O processo não difere muito do que aprendi na faculdade: captam a ideia do cliente e montam um planejamento estratégico, aí pessoas como minha supervisora executam esse planejamento, o pessoal da criação cuida de toda a parte gráfico-visual (impresso e virtual) e pessoas como eu cuidam da parte MAIS importante: o relacionamento com o cliente final, haha.

Amo trabalhar com comunicação <3


Recentemente recebemos um e-mail do departamento de marketing da empresa do cliente com os resultados do trabalho realizado nas redes sociais em 2015. Mas, ao invés de um gráfico, me deparei com uma sequência de imagens no corpo do e-mail simbolizando as estatísticas. Fiquei super emocionada! (mesmo não tendo participado do projeto em 2015). Sobre o cliente em questão, tudo o que posso falar é que lido com mamães.

Nesta semana, tivemos um envolvimento de mais de duas mil mamães numa brincadeira online. Elas querem participar, demonstrar o amor que sentem pelos seus pequenos, e enviam vídeos e fotos de todas as resoluções aceitáveis, o importante é o registro. A necessidade que elas têm de registrar tudo (tudo mesmo!) é por que para elas tudo é único! Cada riso do bebê, os primeiros passos, a forma como ele dorme, como faz bagunça na hora de comer, como mamam.

Houve uma mãe em especial que criou um perfil no Facebook para seu bebê recém-nascido. Para muitos, pode parecer algo idiota, mas isso tem um significado muito maior. Para essa mamãe, mesmo que no inconsciente, essa necessidade de seu filho ter um perfil simboliza que ele é, de fato, mais um ser no mundo e por isso precisa estar no face, porque todo mundo está lá. Ela quer que ele participe, que as pessoas interajam com ele, que ele cresça e veja que participou de uma comunidade de bebês e que já tem amigos no mundo todo antes mesmo de ir para a creche. Não existem barreiras para a socialização hoje.

Fiquei pensando nos funcionários do Facebook, como devem lidar com todo tipo de gente e de casos! Trabalhar com pessoas é um turbilhão de emoções, mesmo que você fale por trás de uma marca. Elas querem compartilhar suas vidas, das alegrias às frustrações, com você. Por isso eu adoro meu trabalho.

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