sábado, 9 de janeiro de 2016

De Férias Sim, À Toa Não

Estou acompanhando duas séries que estão sendo transmitidas pela Rede Globo: Houdini, sobre um icônico ilusionista, cujo último episódio foi ontem; e Ligações Perigosas, que é uma produção brasileira baseada num clássico da literatura francesa.

Curiosamente, trata-se de um romance constituído de cartas, e nesta semana li As Vantagens de Ser Invisível, depois de ver o filme, que também é de cartas. Aliás, o autor é roteirista e achei incrível o modo como ele conseguiu escrever um romance tão subjetivo considerando que foi sua primeira obra. 

Isso é difícil para os jornalistas, venho percebendo. Eles tem uma linguagem peculiar e são muito apegados aos detalhes que aprendemos nas aulas de técnicas de redação. E temo estar com indícios deste mal: fiquei super incomodada por não saber com clareza quem era o destinatário das cartas de Charles, protagonista de As Vantagens de ser Invisível.

Também percebi, pelo que ando lendo e vendo ultimamente, que estou seguindo duas tendências:
  1. Assistir produções francesas;
  2. Ler livros que viraram filmes e vice-versa.

As Vantagens de Ser Invisível entrou para a minha listinha de livros/filmes prediletos

Como sempre, minhas produções literárias sempre aumentam durante as férias. Além dos contos escritos e publicados aqui, também estou trabalhando na coluna Tribalizando para o blog Aerith Tribal Fusion e numa obra de não-ficção, para a qual dediquei uma tarde extraindo textos do blog.

Sobre meus projetos ligados a dança, estou tentando fazer contato com o responsável pela sala de dança do Espaço Cidadania para apresentar meu projeto de grupo regular de estudos contemporâneos em dança étnica. Além disso, vou ministrar um workshop de Tribal Fusion no Studio de Dança Camila Alcover, aqui em Extrema/MG, pelo qual estou muito ansiosa.

Aliás, Extrema se destacou numa pesquisa que aponta as cidades com os maiores índices de desenvolvimento do país, ocupando a primeira posição do ranking de 431 municípios, sendo exemplo de educação, saúde e emprego!

Passeando com a Lila no Parque de Eventos em Extrema/MG
Veja mais foto aqui

Apesar de estar morrendo de saudades da minha pituxa e doida pra voltar a estudar, sinto-me triste com a ideia de ir embora. Não quero ir embora. Queria trazer todo mundo para cá, inclusive minha faculdade e meu curso de inglês. É mais fácil ir pra São Paulo daqui do que de onde moro, se eu pudesse me transferir para uma faculdade de lá. É horrível me sentir dividida assim.

Eu poderia dar aulas de dança na minha casa, se ela fosse mais acessível. E poderia me dedicar mais ao blog e às demais mídias sociais se tivesse internet em casa. Sinto necessidade principalmente quando estou estudando, faz muita falta. Um automóvel também faz muita falta para percorrer as distâncias. É horrível estar sempre dependendo de carona.

Meu projeto de vida não mudou: quero arrumar um bom emprego, comprar meu carro, terminar a faculdade e me mudar para cá. Só espero que as coisas não aconteçam tarde demais.

P.S. Preciso urgentemente de um diário novo para 2016.

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