segunda-feira, 26 de maio de 2014

O Papel da Comunicação Social na Educação Brasileira

A estrutura educacional do Brasil é claramente falha. Os professores do ensino fundamental e médio são preparados para aplicar conteúdo aos alunos e não para formar mentes críticas. A criatividade é pouco trabalhada em sala de aula, e os alunos não tem espaço para expressar opinião. Este mal desenvolvimento da inteligência emocional prejudica a ingressão do jovem no ensino superior, pois ele se depara com outra realidade. Como uma postura pró-ativa pode ser cobrada de um aluno que não construiu uma visão crítica no ensino básico? Neste momento, o jovem se vê tendo que correr atrás de um grande prejuízo.

A primeira mudança a ser feita seria a formação dos professores de ensino fundamental e médio e a maneira como as disciplinas são aplicadas em sala de aula: o uso de multimídia torna a aula dinâmica e facilita a aprendizagem. E ao invés do aluno ser condenado pelo seu comportamento, a instituição deveria contar com a presença de um psicólogo em tempo integral.


A rotina deveria consistir na inserção do aluno à cultura popular brasileira e universal através da inclusão de prática de esportes e atividades artísticas, valorizando o conhecimento adquirido e criando formadores de opinião. Mas, para que a aprendizagem seja plena, cabe ao governo investir em mais tecnologia: escolas bem estruturadas com bibliotecas completas e acesso à internet para fins de pesquisas acadêmicas é essencial para incentivar o aluno a ser autodidata.

Nós, enquanto profissionais de Comunicação Social, poderíamos contribuir com a melhora da educação mo Brasil através da transmissão de informação e conhecimento ao povo brasileiro. Ações estratégicas devem ser elaboradas para que a sociedade deixe de ser leiga e passe a exigir os seus direitos como cidadão, pois para que uma pessoa possa argumentar ela precisa enxergar as deficiências políticas e sócio-econômicas presentes em nosso país.

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