segunda-feira, 24 de junho de 2013

Tenso!

Ok, eu estava super tensa quando escrevi a postagem anterior referente ao meu diário.
Realmente, estava com a expectativa lá no alto com relação à minha faculdade e mais uma vez não deu certo. Além disso, senti-me frustrada por ainda estar desempregada e com isso não poder ajudar mais a minha mãe. Também fiquei um pouco desapontada com meu desempenho na Oficina de Contos. Não consegui fazer o dever de casa, o que só prova que não consegui alcançar as expectativas da minha instrutora, por este motivo não me sinto digna de receber o certificado de conclusão do curso.
Além disso, as meninas tiveram uma ideia muito legal de reunir as duas turmas participantes da Oficina num café da manhã no Jundiaí Shopping, para todos se conhecerem e trocarem ideias. Eu adoraria ir, se tivesse algum orçamento para isso. Na hora me veio a vontade de convidar um grande amigo e aliado meu, que com toda a certeza se daria ao trabalho de me explicar os itens do menu e faria com que eu não me sentisse intimidada por estar num lugar que pouco frequento. E eu morreria de orgulho dele, afinal ele é muito inteligente e tem uma resposta para tudo, seria maravilhoso assisti-lo conversando com as mulheres e, principalmente, achando um meio de me incluir na conversa, mesmo eu sendo bem mais nova. Mas aí eu lembrei que não podia mais contar com ele.
Veja bem, não é que eu queria ser mais velha. Eu gosto muito de ser jovem e tenho o maior orgulho de ser mais madura do que minha idade apesar de ter pouca experiência de vida. O que me irrita é quando associam a idade biológica com a idade mental. Do mesmo modo que uma pessoa se sente ofendida se chamada de velha, eu me sinto ofendida quando me dizem que sou muito nova pra isso ou aquilo. Muito chato isso. Do mesmo modo que uma pessoa mais velha pode ser inteligente o suficiente para compreender temas e assuntos atuais, eu acredito que mesmo sendo mais nova eu posso tentar compreender temas e assuntos de pessoas mais maduras.
Um outro grande motivo da minha tensão era a minha apresentação de dança livre, ou seja, de improviso, ainda que fosse somente três minutos, me senti um pouco pressionada. Mas felizmente tudo correu bem, minha professora linda escolheu uma boa música e me emprestou uma roupa legal e a apresentação foi ótima, recebi muitos elogios e até algumas propostas. Resultado: senti-me toda orgulhosa e o stress evaporou.
Explicando a apresentação, eu fui uma das artistas que interveio na 4ª Conferência de Cultura de Várzea Paulista cujo tema era Diversidade Cultural e Fomento, que ocorreu neste sábado dia 22 na Câmara Municipal. Depois da minha apresentação, que foi uma das primeiras, sentei-me no fundinho e assisti a todo evento com muito interesse. Houve palestras, debates, outras intervenções artísticas, um intervalo com direito a lanchinhos deliciosos e a distribuição da 1ª Revista do MinC, que aborda os projetos inovadores do Ministério da Cultura.
Não acho que minha apresentação foi perfeita, mas, bem, ainda não sou nenhuma profissional, e levando em consideração que foi a primeira vez que dancei de improviso, acho que me saí muito bem. Minha professora elogiou o bom uso do espaço e a movimentação das mãos. Eu me vanglorio por ter me esforçado para não ficar de costas pra ninguém (pelo menos não por muito tempo) e por ter lembrado de sorrir. Quanto ao contato visual, bem, tenho certeza de que olhei para o público, mas, sinceramente, não enxerguei ninguém. Outro ponto que considero negativo é que repeti muitos movimentos, apesar da minha professora ter discordado disso.
Senhor, preciso dar um trato no meu cabelo.
Um momento engraçado do vídeo (pelo menos para mim) é quando vou passar pela rampa e penso “desastrada como sou, vou tropeçar nisso aí”, então paro de dançar, atravesso a rampinha andando e depois continuo a dança. Até que não ficou feio!
Bem, é isso aí, a prática leva a perfeição.
Fico por aqui,
Beijocas da Meh

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